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sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Então você passa por tantas coisas e para, para pensar nas coisas desnecessárias que você fez, chorou por ele semanas atrás, há dois dias, ontem à noite, e de manhã quando acordou e se olhou no espelho, mais lagrimas se derramaram, noites sem dormir, e tudo que aconteceu na sua cabeça. Então o dia passa, e você pode até dar uma esquecida, mais não bastam cinco minutos para se lembrar do que aconteceu. Logo mais a noite chega e aí você deita sua cabeça no travesseiro... E você sente meio molhado por suas lágrimas, então fecha os olhos e relata tudo novamente. Então você abre os olhos e pensa “Será que ele chora como eu? Ou pensa como eu?” Mais então vem a desconfiança e você pensa “Só eu faço isso”. Se você se sente assim, não há nenhum problema, você é apenas romântico, e esta demonstrando seus sentimentos em gestos, não em palavras.
                                                                                      (Autor Desconhecido)
 
                                     Desisti de achar que o príncipe vai achar o sapatinho (ou sapatão) que perdi nas escadarias. Não sinto mais impulsos amorosos. Posso sentir impulsos afetivos, ou eróticos — mas amorosos, sinceramente, há muito tempo. É estranho, e não me parece falso, mas ao contrário: normal. Era assim que deveria ter sido desde sempre. E não se trata de evitar a dor, é que esse tipo de dor é inútil, é burra, é apego à matéria. — Caio Fernando Abreu 

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